O estresse e suas consequências durante a introdução alimentar



Um ambiente ideal para fazer as refeições é sem dúvida aquele harmônico e tranquilo. Onde é possível conversar, olhar nos olhos, trocar experiências do dia a dia, falar e ser ouvido. Onde se tem calma para fazer o próprio prato a partir das opções servidas, onde é possível comer devagar aproveitando não só a companhia como o próprio sabor do alimento.


O prazer de se sentar à mesa e desfrutar esse momento com a família é tão importante quanto o valor nutricional que a refeição contempla. O estresse gera a liberação de determinados hormônios que em nada ajudam na absorção e assimilação dos nutrientes ingeridos.


Alguns estudos mostram que o estresse está diretamente relacionado a riscos cardíacos, dificuldade de concentração, baixa na resistência do organismo, propiciando o aparecimento de outras doenças como asma, alergia e algumas doenças gastrointestinais.

A rotina estressante durante as refeições, faz com que as crianças criem um registro emocional desagradável desse momento, e consequentemente sofram estresse também, o que os coloca em situação de risco para todos os males descritos acima.


Comer rápido demais faz com que o cérebro não tenha tempo de registrar e de se preparar para a digestão. Dessa forma os nutrientes não são aproveitados de forma eficiente.

Por isso é tão fundamental cuidar e se atentar para a dinâmica alimentar da sua família desde as primeiras comidinhas do seu bebê. Quanto mais calma e confiante a mãe estiver durante o processo de introdução alimentar, mais tranquilo e seguro estará o bebê.


Portanto, se você está começando a introdução alimentar do seu bebê, procure ajuda, informação e orientação para não entrar no estresse e acabar desandando o que pode ser uma experiência deliciosa.


No meu curso Conexão Saúde – Introdução Alimentar esse e outros temas são abordados com muita leveza e praticidade, descomplicando a introdução alimentar.

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