Criadores de gado recorrem à silagem para alimentar animais durante a seca

A seca está afetando severamente as produções do Sul e Sudeste. Hidrelétrica de Marimbondo, na divisão de São Paulo com Minas Gerais, fechou o mês passado com menos de 12% da capacidade de água.



A seca severa castiga produtores rurais do Sul e do Sudeste do Brasil. A estiagem fez aumentar a procura por alimento para os rebanhos e a silagem se tornou uma alternativa ao pasto e à ração tradicional.


O lago da hidrelétrica de Marimbondo, na divisão de São Paulo com Minas Gerais, fechou o mês passado com menos de 12% da capacidade de água. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), desde março, essa região tem a pior situação hídrica do país, classificada como seca excepcional.


Diante desse cenário, os pecuaristas enfrentam dificuldades para manter os rebanhos e estão recorrendo a silagem para alimentá-los nesse período.


Na produção deste item, forrageiras, como, cana-de-açúcar, milho e sorgo, são cortadas e armazenadas com lonas. Elas passam por um processo de fermentação natural que produz ácidos que, por sua vez, conservam esse alimento ao mesmo tempo que mantém seu valor nutricional.


Hoje, existe uma grande variedade de silagens que oferecem quantidades diferentes de matéria seca, que são a porção que sobra no produto após a retirada de toda a umidade.



Por causa de sua composição, quanto mais matéria seca tem na silagem, melhor para o animal que irá consumir. Veja alguns exemplos:




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